quarta-feira, 27 de abril de 2011

TESTEMUNHO DE RIVALDO

TESTEMUNHO...
Em entrevista Jogador Rivaldo fala sobre sua conversão
Na semana em que Ronaldo se retirou dos gramados, o homem que participou de 7 dos 15 gols do Fenômeno em Copas do Mundo recebeu a coluna no centro de treinamento do São Paulo, na Barra Funda. "Sete? Pior que nem lembro. Foram sete mesmo? Não fiz essa conta. Isso é bom, né? Quando passar os gols do Ronaldo, vai passar um pouquinho da minha imagem também." Aos 38 anos, Rivaldo Vitor Borba Ferreira continua em atividade, vestindo a camisa 10 da equipe tricolor, com a qual assinou no final de janeiro e onde estreou marcando um gol, no último dia 3.

De bermuda e camiseta após o treino da manhã, carregando dois celulares e uma bolsa masculina Louis Vuitton, ele está de volta ao Brasil depois de ter jogado na Espanha -pelo Barcelona, foi melhor do mundo em 1999-, na Grécia e no Uzbequistão, e de liderar a seleção para o penta, em 2002. Espalha o corpo de 1,86m em uma poltrona e tira os pés para fora das sandálias pretas, da grife D&G.

Antes do treino da tarde, ele precisa levar o carro, um BMW ano 2003, para a revisão na concessionária. "Se eu chegar lá, os caras vão botar defeito e falar: "Entra aqui, Rivaldo, vem conhecer o modelo novo". É tudo "migué". Já caí muito nessa", conta ele, que tinha uma Ferrari na Europa. "Vendi. É tudo ilusão, jogar dinheiro fora. Gosto de carro, mas não sou mais aquele empolgado", conta ao repórter Diógenes Campanha. Tem outro BMW, "já antigo", e uma picape Dodge Ram, que só usa em Mogi Mirim (151 km de SP), onde é dono do clube homônimo, no qual despontou no futebol. Licenciou-se da presidência para defender o SPFC, mas voltará à cadeira quando parar de jogar.

Voz baixa e sotaque pernambucano, Rivaldo às vezes desvia o olhar para a janela que dá para o jardim. A timidez e a falta de marketing pessoal já renderam críticas. Mesmo assim, o clube conta com ele para alavancar patrocínios, como Ronaldo fez no Corinthians e Ronaldinho deve fazer no Flamengo. Uma operadora de cartões de crédito anunciou no uniforme em sua estreia. Rivaldo comemorou seu gol levantando a camisa e cobrindo a cabeça, sua marca registrada. Quatro dias depois, um jornal que cobre o mercado publicitário escreveu que "a estratégia derrapou no momento em que o craque cobriu o patrocinador".

"Joguei 90 minutos e as pessoas vão pegar um segundo", reclama o meia, lembrando que Ronaldo, na coletiva em que anunciou a aposentadoria, tampava sem querer o logo da Nike quando colocava a mão perto do peito. "E ninguém falou nada. Comigo vão falar da comemoração de um gol? Tão de sacanagem! Se pedissem, eu colocava Visa ao contrário, para quando levantasse a camisa. Pela maneira que eu sou, buscam coisinhas para falar que eu não sei fazer."

Evangélico, Rivaldo exibe no braço direito uma tatuagem com os nomes dos filhos Rivaldo Jr., Thamirys (nascida na Espanha), Rebeca, João Vitor e Isaque. Teve os dois primeiros com Rose, com quem foi casado de 1994 a 2003. Os outros três, nascidos na Grécia, com a atual mulher, Eliza, tatuada no dedo e gravada em um anel na mão esquerda. "Meu filho mais velho tem 16 anos e está na empolgação de me ver. Ele tinha um ano quando eu fui para o La Coruña. Acompanhou meu auge no Barcelona, mas estava em outro país, outra língua. Agora é diferente, ele ouve falar do pai. Muitos terminam a carreira quando o menino está começando a entender." A seguir, um resumo da conversa:

Folha - Você pediu para não fazer propaganda de bebida nem de cigarro. O que acha de Ronaldo e o técnico da seleção, Mano Menezes, anunciarem cerveja?

Rivaldo - Não sou contra. Cada um vai do seu perfil, da sua vontade, do que se paga, entendeu? Podem me pagar uma fortuna que eu não faço, mas cada um é cada um. Nunca vou criticar o Ronaldo, o treinador, o Cafu, esses que estão fazendo. Procuro ver o meu lado e eles procuram ver o deles.

Já ofereceram uma fortuna?

Olha, vou te falar que, quando eu estava começando, eu até fiz [propaganda]. Da Brahma, se não me engano, pra Copa do Mundo de 94. Ganhei uma grana. Eu era novo, caí naquela, mas depois que eu fui me tocando. Hoje eu vejo como um erro, mas estava com 20, 21 anos. Graças a Deus, eu superei isso, porque nunca bebi, nunca fumei. Sou um atleta e quero ser um exemplo, principalmente para as crianças que gostam de esporte. Tenho meus 38 anos e estou jogando futebol, e isso pode servir de exemplo.

Você é considerado avesso ao marketing, enquanto outros jogadores lucram com a imagem, mesmo depois de aposentados. Tem medo de ser esquecido quando parar?

Não, porque o que eu fiz já é história. Quem me conhece, meus amigos, minha família, não vão esquecer. Um dia, não vai terminar a carreira, vai terminar a vida, e a fama, o dinheiro, tudo vai ficar. Sou muito tranquilo, e espero que essa tranquilidade siga quando eu me aposentar. Já teve momentos em que eu pensei em parar.

Quando?

Em 2004. Estava no Cruzeiro, cansado de viagem de um lado pro outro, treinamento. Não parei porque o [técnico Vanderlei] Luxemburgo disse: "Você tá louco, Paraíba? Ainda é novo pro futebol." E como eu separei e casei novamente, a minha esposa fica me empolgando pra jogar. Cada ano que falo "vou parar", ela fala: "Não, vai jogar mais dois anos". Claro, não é ela que joga, né? Fica em casa enquanto eu corro nos treinamentos. Brinco que ela está me sugando.

Na época da separação, você estava no Milan e chegou a ser eleito o pior jogador da Itália. O divórcio atrapalhou?

Uma separação sempre é difícil, especialmente por causa das crianças, que voltaram pro Brasil. Você está bem para jogar, mas não tem cabeça, porque chega em casa e não tem aquela alegria dos teus dois filhos. Não gosto de dar como desculpa, mas se perguntar a especialistas nesse lugar [aponta a cabeça], elas dirão que afeta um pouco. Tive muitos jogos bons como titular, mas teve dois, três em que fiquei fora até dos 18 [nem no banco de reservas]. Já me senti um pouco humilhado. O ponto final foi uma partida contra o Ajax, lá na Holanda. Ali eu me arrebentei. O ônibus levou a gente até o campo. Faltava uma hora e meia pra começar o jogo. Fiquei essa hora e mais duas no ônibus fechado, assistindo um filme no DVDzinho. No hotel, fui falar com o Leonardo, que já era supervisor lá, e disse: "Pra mim, deu".

E como conheceu a Eliza?

Foi em Curitiba, em 2004. A família dela é evangélica, e hoje eu sou convertido também, por intermédio dela. Ontem estava contando pros jogadores a minha conversão. Foi em 19 de abril de 2004, dia do meu aniversário. Fazia 20 dias que uma coisa me falava que eu ia morrer de acidente de carro. E isso me levava a dirigir, mesmo sem motivo. Tava voltando de Mogi Mirim e ouvi: "É hoje, é hoje que você vai morrer". Eu vinha na [rodovia dos] Bandeirantes, sempre na última pista, para ficar bem longe de caminhão. Mas também ouvia: "Se você me aceitar, não morre". Cheguei no apartamento e disse pra minha esposa: "Hoje eu quero aceitar Jesus". Ela pegou a Bíblia, orou comigo e aí nunca mais escutei aquilo. Se eu já conhecesse Jesus, jamais teria me separado, porque Deus é contra o divórcio.

VC CHA QUE SOFRE

VOCÊ ACHA QUE ESTÁ SOFRENDO......

Jesus entrou em agonia no Getsêmani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a decisão de um clinico. O suar sangue, ou "hematidrose", é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais. Para provoca-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finissimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríporas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra. Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraíco, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferentes estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe, e sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náuseas, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue. Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os da acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar. Pilatos o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da cruz. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalço pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. Jesus fatigado, arrasta um pé após o outro, frequentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando Ele cai por terra a viga lhe espiga, escorrega, e lhe esfola o dorso. Tem inicio a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tira-la produz uma dor indescritível. Cada fio de tecido adere a carne viva: ao levarem a túnica se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim. O sangue a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pó e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Com uma broca é feito um furo na madeira para facilitar penetração dos pregos. Os carrascos pegam o prego pontudo e quadrado apoiando-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Uma dor lancinante, que se fundiu pelos dedos e espalhou-se pelos ombros atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos, faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruido só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego. Quando o corpo for suspenso na Cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino. Uma dor dilacerante que durará cerca de três horas. Elevam Jesus colocando-o primeiro sentado depois em pé, fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Os ombros da vitima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. A pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor. Pregam-lhes os pés. Ao meio dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma mascara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas Ele não pode engolir. um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo àquilo era uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos se curvam. É como acontece à alguém ferido de tétano. Quando os sintomas se generalizam; os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco, mais curta. O ar entra com dificuldade, mas não consegue mais sair. Jesus respira como ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se torna num violeta purpúreo e enfim em cianitico. Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheio de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de òrbitra. Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração se torne mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Porque esse esforço? Porque Jesus Jesus queria falar: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem". Logo em seguida o corpo começa a frouxar-se de novo e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases por Ele na Cruz: cada vez que quer falar é uma agonia sem tamanho. Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de mosca zunem ao redor de seu corpo, mas Ele não pode enxota-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde; de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, a cãibra, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento
"Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Jesus grita: "Está consumado!" Em seguida num grande brado diz: "Pai nas tuas mãos entrego o meu espirito". E morre...em meu e seu lugar!
Só para refletir e meditar na nossa limitada consciência humana neste dia em que celebramos a morte e ressurreição de Cristo.

terça-feira, 15 de março de 2011

santos vence de virada em santa catarina

Santos vira em SC e conquista vitória na abertura da Liga

Joinville (SC) e Santos (SP) realizaram na noite desta segunda-feira (14/3) o jogo de abertura da Liga Futsal 2011 – principal competição do salonismo nacional. Mesmo atuando em casa, o tricolor catarinense pecou na etapa final e perdeu de virada pelo placar de 3 a 2. Nesta terça-feira (15), dando sequência ao campeonato, serão disputadas mais nove partidas.
O primeiro tempo no interior de Santa Catarina foi disputado em alta velocidade, com os dois times atuando no ataque. Empurrada por sua fanática torcida, que compareceu em ótimo número ao ginásio da Univille, o Joinville foi melhor antes do intervalo. Djony, goleiro do Santos, evitou o primeiro gol catarinense por diversas vezes.
Com falhas no setor defensivo, a agremiação paulista sofreu com as investidas do adversário, que aproveitou o buraco na ala esquerda alvinegra para levar perigo. Do outro lado, os comandados do técnico Fernando Ferretti tentavam surpreender o time da casa nas jogadas de bola parada e nas investidas pelo meio de quadra, com o pivô Jé.
Restando menos de três minutos para o encerramento da etapa inicial, o Joinville, de tanto insistir, abriu o marcador. Após cobrança de escanteio, o fixo Chico finalizou de primeira para anotar um golaço – o primeiro da décima sexta edição da Liga Futsal. Aos 19min28, Serginho, na base da raça, tocou sutilmente para o fundo da rede santista – 2 a 0.
No período final, como já era esperado, o Santos saiu mais para o jogo e não tardou para diminuir a diferença no marcador. Depois de receber um passe preciso de Valdin, Pixote, que entrou em quadra apenas após o intervalo e mudou a cara da partida, concluiu no ângulo superior esquerdo do experiente goleiro Franklin, que nada conseguiu evitar o tento adversário.
Em noite de “garçom”, Valdin voltou a brilhar. Num toque mágico, o ala abriu na direita para o fixo Ricardinho pegar de primeira, com força, e igualar o placar na Univille. Nos minutos finais, novamente em jogada de bola parada, Neto chutou, virou o marcador e calou o ginásio local – vitória santista por 3 a 2.
Autor do primeiro gol da Liga 2011, Chico lamentou a derrota na estreia. “Treinamos bastante a bola parada e fomos felizes no primeiro gol. Na etapa inicial marcamos assinalamos um tento trabalhado e outro na raça. O Paulinho (técnico) gosta de treinar sempre as jogadas ensaiadas, mas infelizmente não conseguimos garantir a vitória hoje”, disse.
Já para o goleiro santista faltou um pouco de atenção na marcação, principalmente nos primeiros gols da equipe joinvillense. “Complicado tomar os gols que sofremos no fim do primeiro tempo. O jogo foi muito disputado. Melhoramos no segundo tempo e conquistamos um resultado importante”, revelou Djony.

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quarta-feira, 9 de março de 2011

o envangélico

O envenenangelho




Cansei de ser “evangélico”! Sei que está em moda dizer isto, mas não digo por causa da moda, como quem vai sendo manobrado como massa, mas sim por causa do nó na garganta mesmo, do aperto no peito e da triste constatação do imenso engano que cegou a igreja evangélica espalhada por todos os lados. Graças a Deus nunca fui “gospel”, mas ser “evangélico” não diz mais o que deveria dizer e não representa tudo o que Deus me chamou para ser Nele em amor e Graça e que está para muito além das portas das igrejas (com “i” minúsculo). Meu lugar, e o convite que recebi, é para ser do Reino e deste privilégio não abro mão.
O que digo certamente será combatido pelos “santos”, pelos “homens de ‘deus’”, por “pastores” e “gente da visão”. Serei chamado de “perturbador da fé”, “insubordinado”, “sem fé”, “sem aliança”, “sem cobertura”, dirão que estou causando escândalo ou coisas semelhantes a estas, mas assumo o que estou dizendo com a convicção de quem não vai pular do barco naufragando, mas que tem a vontade firme na rocha de ganhar a quantos conseguir, dentro e fora do barco, com minha pregação simples, sem arranjos, sem perverção e o mais sincera/verdadeira possível.
Estou enojado e farto de Atos (feiticeiramente) Proféticos, Teo-loteria da Prosperidade, declarações esquizofrênicas de autoridade, coberturas espirituais e recados dados por um “deus” que nunca cumpre o que promete e muda de idéia e direção como quem troca de sapato. Apóstolos, pastores e bispos que subiram no pináculo do templo e se fazem mediadores entre “deus” e os homens tentando fazer-se iguais a Deus, dizendo o que seu rebanho pode ou não pode fazer, julgando o servo alheio, sob a pena de não ordenar mais a bênção de “deus” aos seus discípulos através de sua autoridade. Campanhas de promoção barata e tentativas algemadas de lotar templos com gente que vem enganada e enganando-se, tentando frustradamente, de todos os jeito s, alcançar a inalcançável oração para a qual Deus não disse “amém”, mas que o “profeta” declarou que aconteceria. É gente que lê e ouve o Evangelho, mas leva pra casa e para o coração o envenenangelho.
Há lugar firme na rocha! Mas estes loucos teimam em construir suas casas/templos na areia. Negaram a cruz, afirmando não haver nela salvação suficiente, inventando quebras humanas de maldições hereditárias e uma santidade apenas moral/sexual/farisaica, sem ética e sem caráter, sem verdade de vida no Evangelho. Não crêem que a armadura de Deus, o capacete da salvação, o escudo da fé, a couraça da justiça, o cinturão da verdade e o calçado do evangelho da paz são equipamentos dados gratuitamente a todos os que crêem, até mesmo aos mais pequeninos na fé e não somente a uma “elite sacerdotal” detentora de uma “revelação nova”.
Denuncio estes lobos enganadores, raça de víboras, envenenadores do Evangelho que, não se contentando em mudar apenas uma vírgula ou til da revelação, perverteram todo o sentido da Palavra, ensinando doutrinas perversas que nada tem a ver com o Caminho/Boa Nova anunciada em Jesus, o Filho de Deus.
Não creio, de modo algum, em um “deus” que só age ou me livra do mau/mal se eu orar/verbalizar/declarar/profetizar meu pedido. Eu creio em um Deus que ouve minhas orações, sim! Todas elas. Muito antes delas me virem aos lábios. Ele me livra de vales da sombra da morte que eu nem imagino que se levantaram contra mim e vou andando em fé.
Meu Deus não se apresenta em “shows da fé”, não faz politicagem, não dá “jeitinho”, não me abençoa só porque sou fiel, mas em Graça e amor me reconciliou com Ele, sem merecimento algum, sem justiça própria, mas justificado mediante a fé Naquele que por mim se entregou mesmo sendo eu um pecador.
Os cantores de Deus não estão nos palcos das TVs, não lotam auditórios, nem ginásios, não são performáticos, mas estão cantando e louvando a Deus dentro das prisões, no silêncio do seu quarto louvando somente a Deus. Não buscam seu próprio interesse de vender mais CDs, não são idólatras de sua própria imagem.
É triste ver tantos amigos, colegas de ministério, gente querida e de Deus, mas que estão fascinados e tentados pela possibilidade de transformar as pedras em pães, de jogar-se do pináculo do templo e venderem suas almas ao principado deste século de sucesso, holofotes e aplausos. Minha oração é para que estes se arrependam e creiam no Evangelho. Abandonem o envenenangelho pregado por interesses pessoais, medidos em números e não na verdade de Deus produzida em amor. Por favor voltem ao Evangelho!
Há um lugar de liberdade e vida pacificada, plenificada, renovada todos os dias. Sem trocas, sem barganha, sem modificar ou acrescentar nada à Palavra revelada em Jesus, nem mesmo as novas interpretações e revelações exclusivíssimas que alguns falsos mestres e falsos apóstolos dizem ter recebido. O caminho antigo ainda é o Novo e Vivo Caminho em Deus. O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo é nossa garantia irrevogável que (todas) as nossas maldições e dores foram levadas sobre Ele. Está dito! Está escrito! Quem ouvirá? Quem vai crer em nossa pregação?


O Deus que disse “arrependam-se e creiam no Evangelho” te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

UM VENCEDOR



Liderança


Ninguém será capaz de exercer satisfatoriamente a função de liderança, sem o desenvolvimento de pelo menos três capacidades.
A capacidade de conviver com a solidão. Líderes são líderes porque enxergam, percebem, sentem, sabem, estão dispostos a sacrifícios, possuem paixão diferenciados em relação aos liderados. Um líder na média dos seus liderados é um liderado que está no lugar errado, a saber, ocupando a posição de líder. Águias não voam em bandos.
A capacidade de tomar decisões impopulares. John Kennedy disse que o segredo do fracasso é “tentar agradar todo mundo”. O líder deve sempre tentar construir consenso, mas deve ter coragem para tomar decisões e assumir responsabilidades. Caso contrário, será um “facilitador de discussões”, e não um líder de fato.
A capacidade de conviver com críticas. Como se diz no popular, “nem Jesus Cristo agradou todo mundo”. Nesse caso, uma vez que o líder se posiciona, assumindo sua responsabilidade de levar todo mundo rumo ao bem comum, certamente contrariará interesses particulares, e conseqüentemente será alvo de palavras duras e imerecidas. Sempre.
Eis as razões porque o exercício da liderança não é para qualquer um.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Mulheres de Guarapuava

Aos 20 anos, Patinha jogará na Suíça

 A atleta terá uma bolsa de estudos e estará mais perto dos grandes centros do futebol feminino
A atleta guarapuavana Rafaela Dalmaz, mais conhecida como Patinha (apelido herdado de seu pai, Dirceu Pato, ex-jogador do Batel nos anos 90), está deixando o Brasil para tentar uma carreira na Europa. O destino é a Suíça, na equipe de futebol feminino do Zuchwik 05.
Entretanto, Rafaela ficou conhecida jogando futsal. Em 2008, a jogadora foi uma das responsáveis pelo título Paranaense da categoria adulto para a Associação Guarapuava de Futsal Feminino. Nos anos seguintes a jogadora atou em clubes de futebol e de futsal no Estado de São Paulo e seu desempenho logo rendeu várias convocações nas Seleções Brasileiras de base.
Seu último clube no Brasil foi o time de futsal de São José dos Campos. Apesar de preferir o futebol de campo, a ajuda de custo que Rafaela recebia do clube paulista, a fez optar pelas quadras em vez dos gramados. Na Europa a jogadora poderá, finalmente, atuar em seu esporte predileto com melhores condições que em terras tupiniquins.
Outro atrativo para a atleta foi uma bolsa de estudos em uma universidade suíça: “Sempre planejei não ficar só no Brasil, mas ir para outros países, conhecer culturas e estudar. E o que é mais importante é que vou fazer o que amo, jogar futebol”, revelou.
Outro desejo de Patinha, a médio ou longo prazo é chegar até o futebol alemão, que possui a melhor estrutura no esporte atualmente: "Primeiro vou pensar em fazer uma boa temporada aqui, me destacar, fazer com que meu time vá bem no campeonato nacional. Depois, daqui uns três anos, espero estar na Seleção principal," planeja a atleta.